27.11.09

Contrabaixo Bar flyer #9

22.10.09

"Um dia.."

11.10.09

"ILUSTReAÇAO" - on the spot

26.8.09

"ILUSTReAÇÃO"

12.5.09

Bar Wall #2


23.4.09

Bar Wall #1




EuroPORCO


6.4.09

Cajita


3.4.09

Contrabaixo Bar flyer #8




28.3.09

Hall Wall


HeartBEAT


cartaz #2


cartaz #1




5.3.09

Contrabaixo Bar flyer #7




2.3.09

Polarize It

18.2.09

Contrabaixo Bar flyer #6


Cartões numerados


12.12.08

Contrabaixo Bar flyer #5


Contrabaixo Bar flyer #4




26.9.08

Contrabaixo Bar flyer #3




Contrabaixo Bar flyer #2




Contrabaixo Bar flyer #1




3.6.08

Mãetureza *stencil


Mãetureza Tshirts




2.6.08

MINIPEÇAS logo




Sapintado




11.2.08

Cachorros


25.9.07

Cabeçamol




Caixa #6




Caixa #5




Caixa #4




Caixa #3




Caixa #2




Caixa #1




13.3.07

Colective heART







Sun CHINESE

Brr homem

Womenizit

Ki(n)d

Organifoto




23.2.07

CASAcol


escoaAMOR


MIXALHA - Fanzine colectiva

Pessoa(s)

Cabeza


B


Fr(weak)




Edit Friend




Pedras



16.9.06

Pedra Pintada #2

Pedra Pintada #1

29.1.06

Hmmm

13.1.06

Keine Zukunft Ohne Widerstand

AHtenção

3.1.06

Colorida

ilovelove

GODsucker

Maetureza PAX

17.10.05

Sólhos

21.9.05

Xiu !


Marca Pá !

17.6.05

Can you find it?

9.6.05

Handle it With your Head

ATENÇÃO !!

Como?

19.1.05

Mãos

AResta

Parados ou passados?

Nada

16.1.05


Ignore, por favor e de igual modo, os pixeis
que em conjunto formam este texto apendice. Posted by Hello

12.1.05

HabitatibaH

Hábito habitual de habitar
Habto habtual
Hapto habtua
Apto habotua
Ato de abotoar habitua-se ao hábito habitual
Ao abotoar habita-se habitualmente o hábito
Abotoando habita-se habitualmente o hábito
Obotão habitua-se ao hábito arbítrio
O botão é arbitrariamente habitado
O botão é arbitrariamente hapitado
O botão é arbitrariamente apitado
O botão arbitrariamente apita, no meu habitat,
um som que habitualmente me irrita.

10.1.05

m@Iºa de 8it5

Aos poucos vamos usando os mapas de bits para recriar o modo analógico. O modo analógico é a eternização do modo mental. O modo mental sendo o mais genuíno e individual de todos os modos de representação, precisa de ser estimulado para funcionar/representar. Posto isto, faça o favor de analisar mentalmente a lógica deste mapa de bits.

PeNSaR

As coisas que faço dependem do que acho ou penso delas no momento em que as produzo. Tal como agora aqui escrevo e penso nisso e penso no que escrevo e penso no sentido que isso faz ou não e também penso que penso em tudo isto.
Acabei de pensar, mas continuo e vou continuar até… fico por aqui a escrever e a pensar no que penso quando nisto penso.
Acabei de escrever isto, e de tantas vezes ler a palavra “pensar” parece que olho para ela de uma maneira que me parece estranha, ou até desconhecida ao significado.
Dá-me a impressão que a repetição desta palavra tira informação à medida que a lemos repetida.

A palavra “pensar” não se deve, na minha opinião, repetir muitas vezes no mesmo texto.

Ata(d)lhos

Hoje em dia para quase tudo existem os chamados atalhos. Os atalhos mais próximos que usamos estão talvez na linguagem. “TÁ- SE”, “BUÈ”, etc.… são atalhos inconscientemente ou não criados com a finalidade de servirem para a rapidez da comunicação entre indivíduos . O português é violado, mas sem dúvida que é mais simples. Mas essa simplicidade vem direccionar a linguagem, pois sendo mais fácil, toda a gente a quer. Os atalhos são também objectos, como latas de conserva, os pacotinhos de açúcar, os alimentos congelados… … enfim, utilizamos todo o tipo de atalhos sem nos apercebermos.
Vivemos então num mundo atado aos atalhos que nos atam uns aos outros.

Poder

O homem criou as máquinas. As máquinas dão poder.
O homem criou as máquinas que dão poder, e que faz as máquinas funcionar.
O homem com poder que faz as máquinas funcionar, faz o homem parar.
O homem poderoso com máquinas, domina o homem parado pelas máquinas que dão poder ao homem.
O poder maquinal alimenta-se da ambição poderosa do homem que faz o homem parar.
A ambição poderosa do homem obriga o homem a parar para ver.
O poder do homem obriga o homem a parar, para ver o produto das máquinas que dão poder.
O poder do homem obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.