27.11.09
22.10.09
11.10.09
26.8.09
12.5.09
23.4.09
6.4.09
3.4.09
28.3.09
5.3.09
2.3.09
18.2.09
12.12.08
26.9.08
3.6.08
2.6.08
11.2.08
25.9.07
13.3.07
23.2.07
16.9.06
29.1.06
13.1.06
3.1.06
17.10.05
21.9.05
17.6.05
9.6.05
19.1.05
16.1.05
12.1.05
HabitatibaH
Hábito habitual de habitar
Habto habtual
Hapto habtua
Apto habotua
Ato de abotoar habitua-se ao hábito habitual
Ao abotoar habita-se habitualmente o hábito
Abotoando habita-se habitualmente o hábito
Obotão habitua-se ao hábito arbítrio
O botão é arbitrariamente habitado
O botão é arbitrariamente hapitado
O botão é arbitrariamente apitado
O botão arbitrariamente apita, no meu habitat,
um som que habitualmente me irrita.
Habto habtual
Hapto habtua
Apto habotua
Ato de abotoar habitua-se ao hábito habitual
Ao abotoar habita-se habitualmente o hábito
Abotoando habita-se habitualmente o hábito
Obotão habitua-se ao hábito arbítrio
O botão é arbitrariamente habitado
O botão é arbitrariamente hapitado
O botão é arbitrariamente apitado
O botão arbitrariamente apita, no meu habitat,
um som que habitualmente me irrita.
10.1.05
m@Iºa de 8it5
Aos poucos vamos usando os mapas de bits para recriar o modo analógico. O modo analógico é a eternização do modo mental. O modo mental sendo o mais genuíno e individual de todos os modos de representação, precisa de ser estimulado para funcionar/representar. Posto isto, faça o favor de analisar mentalmente a lógica deste mapa de bits.
PeNSaR
As coisas que faço dependem do que acho ou penso delas no momento em que as produzo. Tal como agora aqui escrevo e penso nisso e penso no que escrevo e penso no sentido que isso faz ou não e também penso que penso em tudo isto.
Acabei de pensar, mas continuo e vou continuar até… fico por aqui a escrever e a pensar no que penso quando nisto penso.
Acabei de escrever isto, e de tantas vezes ler a palavra “pensar” parece que olho para ela de uma maneira que me parece estranha, ou até desconhecida ao significado.
Dá-me a impressão que a repetição desta palavra tira informação à medida que a lemos repetida.
A palavra “pensar” não se deve, na minha opinião, repetir muitas vezes no mesmo texto.
Acabei de pensar, mas continuo e vou continuar até… fico por aqui a escrever e a pensar no que penso quando nisto penso.
Acabei de escrever isto, e de tantas vezes ler a palavra “pensar” parece que olho para ela de uma maneira que me parece estranha, ou até desconhecida ao significado.
Dá-me a impressão que a repetição desta palavra tira informação à medida que a lemos repetida.
A palavra “pensar” não se deve, na minha opinião, repetir muitas vezes no mesmo texto.
Ata(d)lhos
Hoje em dia para quase tudo existem os chamados atalhos. Os atalhos mais próximos que usamos estão talvez na linguagem. “TÁ- SE”, “BUÈ”, etc.… são atalhos inconscientemente ou não criados com a finalidade de servirem para a rapidez da comunicação entre indivíduos . O português é violado, mas sem dúvida que é mais simples. Mas essa simplicidade vem direccionar a linguagem, pois sendo mais fácil, toda a gente a quer. Os atalhos são também objectos, como latas de conserva, os pacotinhos de açúcar, os alimentos congelados… … enfim, utilizamos todo o tipo de atalhos sem nos apercebermos.
Vivemos então num mundo atado aos atalhos que nos atam uns aos outros.
Vivemos então num mundo atado aos atalhos que nos atam uns aos outros.
Poder
O homem criou as máquinas. As máquinas dão poder.
O homem criou as máquinas que dão poder, e que faz as máquinas funcionar.
O homem com poder que faz as máquinas funcionar, faz o homem parar.
O homem poderoso com máquinas, domina o homem parado pelas máquinas que dão poder ao homem.
O poder maquinal alimenta-se da ambição poderosa do homem que faz o homem parar.
A ambição poderosa do homem obriga o homem a parar para ver.
O poder do homem obriga o homem a parar, para ver o produto das máquinas que dão poder.
O poder do homem obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O homem criou as máquinas que dão poder, e que faz as máquinas funcionar.
O homem com poder que faz as máquinas funcionar, faz o homem parar.
O homem poderoso com máquinas, domina o homem parado pelas máquinas que dão poder ao homem.
O poder maquinal alimenta-se da ambição poderosa do homem que faz o homem parar.
A ambição poderosa do homem obriga o homem a parar para ver.
O poder do homem obriga o homem a parar, para ver o produto das máquinas que dão poder.
O poder do homem obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
O poder obriga o homem a ver, repetidamente, o produto das máquinas que dão poder.
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